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quarta-feira, 12 de novembro de 2014

Dia Mundial do Diabetes 2014 - Você mais saudável, Hoje!



Queridos amigos, pacientes e familiares,

Nós da SBEM-MS (Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, regional MS), da qual faço parte da diretoria, juntamente com a Prefeitura Municipal de Campo Grande e colaboradores, estamos realizando um evento na próxima sexta-feira (14/11) no Parque das Nações Indígenas em Campo Grande -MS, com atividades e orientações em comemoração ao Dia Mundial do Diabetes.

Nesse dia, acontecem vários eventos em todo o mundo para lembrarmos dos cuidados com essa doença tão importante e que atinge milhões de pessoas. 

A programação será dividida em 2 períodos:
- Manhã: das 08:00 às 10:00 horas, atividades lúdicas e brincadeiras destinadas às crianças.
- Tarde: das 16:00 às 19:00 horas, atividades destinadas aos adultos.

As atividades oferecidas incluem: brincadeiras com corda, cabo de guerra, queimada e ainda avaliação física, informações nutricionais, aferição de pressão arterial, medida de glicemia capilar e orientações médicas. Estará presente no local, uma equipe multidisciplinar com endocrinologistas, nutricionistas, educadores físicos, farmacêuticos e acadêmicos de medicina para auxiliar nas atividades.

O evento tem seu encerramento às 18:00 horas com uma caminhada ao redor do lago do Parque das Nações.

O Objetivo é chamar à atenção para essa doença crônica, principalmente o acesso à prevenção e tratamento adequado, além da promoção à saúde, bem estar e qualidade de vida.

Estão todos convidados. Venham participar!!
Espero vocês!

Dra Renata Antonialli



quinta-feira, 10 de julho de 2014

Diabetes Gestacional pode levar ao nascimento prematuro do bebê



A gravidez é, sem sobra de dúvidas, um momento especial na vida da mulher. O desenvolvimento de diabetes gestacional neste período é um quadro que exige acompanhamento e cuidado adequados. Acometendo entre 2,4 a 7,2% das gestantes, segundo dados da Sociedade Brasileira de Endocrinologia, o Diabetes Gestacional requer diagnóstico e tratamento breves, pois pode causar desde parto prematuro até o nascimento de bebês muito acima do peso.
As causas do diabetes gestacional envolvem as mudanças hormonais no corpo da mulher durante a gestação. A placenta, para garantir que a glicose chegue de forma adequada ao bebê em formação, acaba enfraquecendo a insulina da mãe. O resultado é uma compensação do pâncreas materno, produzindo mais insulina na tentativa de reduzir os níveis de açúcar no sangue. Este quadro de glicose alta e insulina alta no sangue - que muitas vezes não consegue controlar os níveis de glicose - vai se somar, levando então ao desenvolvimento do diabetes gestacional.
O diagnóstico é realizado através da realização da dosagem de glicose no sangue (glicemia) e da curva glicêmica. O primeiro passo do tratamento é a correção dos hábitos alimentares, com orientação nutricional adequada. Na medida em que a gestação permitir, a atividade física deve ser estimulada, pois é importante para regular os níveis de açúcar no sangue. As gestantes que não apresentam controle adequado da glicemia com dieta e atividade física necessitarão receber insulina, que é uma medicação segura e oferece bom resultado no controle.
O diabetes gestacional não controlado é fonte de muitas preocupações. Quando o bebê recebe grandes quantidades de glicose, acaba nascendo muito acima do peso, o que aumenta o risco de complicações no parto, chance de hipoglicemia neonatal e também de desenvolvimento de obesidade na idade adulta.
Para a mãe, uma vez feito o diagnóstico de diabetes gestacional, existe um grande risco de desenvolvimento de diabetes nas próximas gestações e também de evolução para diabetes tipo 2 dentro dos anos seguintes. O primeiro passo após uma gestação com diabetes gestacional é a prevenção. A perda de peso e a atividade física regular são armas fundamentais para evitar o desenvolvimento de diabetes gestacional em uma próxima gestação e até do próprio diabetes no futuro.
O mais importante, para as futuras mamães, é estar atenta à sua saúde. Realizar exames antes da gestação, corrigir o excesso do peso se houver, e acertar na dieta. Para este momento tão especial, todo cuidado é fundamental. 
Fonte: SIS Saúde,  SBD

segunda-feira, 7 de julho de 2014

FDA aprova AFREZZA - Nova Insulina Humana Inalável


Um dos maiores marcos da Medicina moderna foi o desenvolvimento da insulina pelos pesquisadores canadenses Banting, Best, MacLeod e equipe. Foram condecorados com o Prêmio Nobel de Medicina e certamente isto mudou a vida dos pacientes diabéticos desde então.
A insulinoterapia é a base do tratamento do diabetes tipo 1 e também pode ser necessária para os pacientes com diabetes tipo 2.
Entretanto, quase 100 anos após o desenvolvimento da insulina, um dos maiores mitos é a sua aplicação subcutânea. A história do tratamento do diabetes mostra imagens de seringas enormes, de vidro, reaproveitáveis e de aplicação realmente dolorosa.
Atualmente as seringas são produzidas com agulhas menores e mais finas e as canetas de aplicação promovem uma experiência ainda mais confortável na aplicação subcutânea das insulinas. Muitos pacientes porém são ainda muito resistentes e muitos têm real pavor às injeções diárias.
Entre 2006 a 2007 foi lançada a primeira insulina inalada chamada EXUBERA. Por questões comerciais e também por questões de segurança ela foi retirada do mercado em cerca de 1 ano após seu lançamento.
Insulina inalada Exubera, primeira insulina inalada lançada - esteve no mercado de 2006 a 2007

Em 27 de junho de 2014 o rigoroso órgão americano que avalia segurança e eficácia de medicamentos, o FDA, aprovou uma nova versão da insulina inalada com nome comercial de AFREZZA, produzida por uma empresa chamada MannKind. O gasto com pesquisa foi de 900 milhões de dólares.

Insulina inalada AFREZZA lançada nos Estados Unidos em junho de 2014

AFREZZA é uma insulina humana em pó de ação ultrarrápida. Em tese ela seria equivalente às insulinas de ação ultrarrápidas existentes no mercado como a Humalog, Apidra ou Novorapid só que administrada via inalatória.
Sua ação se inicia após 15 minutos da inalação do pó e tem pico de ação após cerca de 50 minutos. Sua ação termina completamente após cerca de 2,5 horas. Por isso, ela deve ser administrada como uma insulina prandial, ou seja, a ser usada quando da alimentação para reduzir a glicemia pós-prandial.  O correto é inalá-la imediatamente antes das refeições.
Como acaba de ser aprovada no mercado americano e ainda não foi sequer aprovada no Brasil, a segurança em longo prazo é incerta na prática clínica diária. Nos estudos clínicos pré-lançamento mostrou-se segura e bem tolerada. Os efeitos colaterais mais notificados pelos usuários foram tosse (25%), irritação a garganta (5,5%)  e dor de cabeça (4,7%).
Por questões de segurança seu uso é somente indicado para maiores de 18 anos. Os estudos em crianças estão sendo conduzidos e esperamos sua liberação para crianças nos próximos anos. É ainda contraindicada em pacientes doenças pulmonares crônicas como enfizema, asma e bronquite. Obviamente não deve ser usada por pessoas fumantes. 
Nos estudos prévios ao lançamento, usuários de AFREZZA tiveram discreta redução da função pulmonar. Por isso, exames como espitometria devem ser feitos antes do início do uso, após 6 meses e em segura repetidos anualmente para motorizar eventuais os efeitos adversos pulmonares. Ainda não se sabe se este medicamento é capaz de provocar câncer de pulmão e estudos de segurança estão em andamento.
Infelizmente a AFREZZA não pode ser considerada a cura do diabetes, pois medidas como dieta, exercícios e medição da glicose precisam ser feitos. Mas sem dúvida trata-se de um grande avanço para uma melhor qualidade de vida para os pacientes diabéticos.
Para saber mais informações sobre a AFREZZA basta acessar o site da empresa MannKind no site aqui
Fonte: SBD

sexta-feira, 3 de maio de 2013

Você já vacinou contra Gripe?




Vocês já realizaram a vacina contra gripe? Na nossa região de Campo Grande/MS (assim como em muitos outros municípios brasileiros), a meta estabelecida para a nossa capital ainda não foi atingida, segundo os dados da SESAU. A campanha nacional de vacinação iniciou no dia 15 de abril em todo o país, com término previsto para 26 de abril.

Foi prorrogada, portanto, até o dia 10 de maio15ª Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza. O dia 20 de abril foi o dia de mobilização nacional, com o slogan: “Quem se lembra da vacina se protege da gripe”.

Pessoas com diabetes tipo 1 e 2, além de obesos grau III (IMC maior ou igual a 40) podem ser imunizados gratuitamente em qualquer posto de vacinação.

Segundo orientação do Ministério da Saúde, os pacientes que já estão cadastrados em programas de controle das doenças crônicas do Sistema Único de Saúde (SUS) devem se dirigir a esses locais para que recebam a imunização. Caso não haja vacinas no local de atendimento, devem solicitar a prescrição médica, para que recebam a dose em um dos postos. Os pacientes que são atendidos na rede privada ou conveniada também necessitam de prescrição médica.

Informações e Recomendações
Vale lembrar que a vacina previne os vírus influenza A /Califórnia/7/2009 (H1N1)pdm09; A/Victoria/361/2011 (H3N2); B/Wisconsin/1/2010, mas não protege contra o resfriado comum. Pacientes com história de reação anafilática prévia ou alergia grave relacionada ao ovo de galinha e derivados, bem como à vacina ou a qualquer de seus componentes, não devem ser imunizados.
Em caso de febre moderada ou grave, o Ministério da Saúde recomenda que se adie a dose de vacina até a cura da doença em questão.

Outras Condições e Enfermidades

Além dos pacientes com diabetes e obesidade, indivíduos com 60 anos ou mais de idade; trabalhadores de saúde que exercem suas atividades em unidades que fazem atendimento para a influenza; os povos indígenas, as crianças na faixa etária de seis meses a menores de dois anos; as gestantes; as puérperas (até 45 dias após o parto); os grupos portadores de doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais; e a população privada de liberdade também terá direito à vacinação gratuita.

Portanto, quem ainda não vacinou e faz parte do grupo de risco, VACINE JÁ!!!
Fonte: Sbem

sexta-feira, 6 de julho de 2012

Kombiglyze XR, novo medicamento para o tratamento do diabetes tipo 2


Prezados Pacientes,

A ANVISA (Agencia Nacional de Vigilância Sanitária) anunciou recentemente a aprovação para comercialização do medicamento Kombiglyze XR, associação da Saxagliptina com a Metformina de ação estendida. O lançamento está previsto para breve.

Portanto, teremos mais informações sobre o medicamento após o lançamento do mesmo e a autorização da ANVISA para divulgação dos dados.

Att.
Renata Antonialli

Fonte: SBD

quinta-feira, 10 de maio de 2012

Vigitel 2011: Confira a entrevista da Dra. Renata Antonialli ao site do G1.com a repeito do Diabetes

Ontem a Dra. Renata Antonialli concedeu uma entrevista ao site G1.com a respeito de crescimento de diabetes no Brasil, conforme o último levantamento do Vigitel e também sobre os aspectos da doença.


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Pesquisa revela que 5,8% dos adultos de Campo Grande tem diabetes tipo 2


Dado equivale a 23,5 mil moradores campo-grandenses com a doença.
Índice é pouco maior que a média nacional (5,6%), segundo ministério.
Campo Grande tem 5,8% da população adulta e idosa com diabetes tipo 2, de acordo com dados divulgados nessa quarta-feira (9) pelo Ministério da Saúde. Considerando o Censo 2010, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o percentual indica que há 23,5 mil moradores da capital sul-mato-grossense maiores de 20 anos com a doença, já que a população total dessa faixa é de 405,2 mil.

Dados sobre a diabetes são referentes a 2011 e foram levantados pela pesquisa Vigitel (Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico), que coletou informações em Campo Grande e outras 25 capitais brasileiras, além do Distrito Federal.

O levantamento aponta que 7,1% das mulheres e 4,4% dos homens campo-grandenses têm a doença, de acordo com o Ministério da Saúde. Levando em conta o Censo 2010, os índices mostram que o diabetes atinge 15,1 mil adultos do sexo feminino e 8,4 mil do sexo masculino.

No geral, Campo Grande está pouco acima do índice nacional de adultos com diabetes, que é de 5,6%. Entretanto, quando o foco muda para os gêneros, as disparidades ficam maiores (5,2% dos homens e 6% das mulheres brasileiras têm a doença).

A doença

A médica endocrinologista Renata Antonialli explicou ao G1 que o diabetes é uma doença em que há aumento de glicemia (açúcar no sangue). Pode ocorrer porque o pâncreas não produz insulina suficiente ou pelo fato desta não atuar de maneira adequada no organismo para reduzir a glicemia.

O tipo 2 é o mais frequente e, segundo Renata Antonialli, está relacionado principalmente à obesidade e hipertensão. “Nos últimos anos, aumentou o número de diabéticos devido à dietas inadequadas, falta de atividade física e estresse, fatores que favorecem a obesidade”, disse a endocrinologista.
De acordo com a médica, os principais sintomas de pessoas portadoras de diabetes são: muita sede, urina em excesso, perda de peso sem explicação e fome excessiva.

Basicamente, o principal método para constatar a doença é pela medição da glicemia. Segundo a endocrinologista, uma pessoa saudável deve ter taxa de açúcar no sangue menor que 100 mg/dL quando em jejum mínimo de 8 horas.

“Entre 100 e 125 mg/dL [em jejum], o paciente tem que investigar, pois pode ter a doença. Acima disso, é diabético com certeza”, alertou Renata Antonialli. Para um diagnóstico preciso, a orientação é que a pessoa procure um médico para realização de exames clínico e laboratorial.

Fonte: G1.com

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Aprovada droga de dose SEMANAL para o Diabete tipo 2


Aprovado pelo FDA o mais novo medicamento que pode ser utilizado como opção no tratamento do diabetes tipo 2: o BYDUREON®. Seu lançamento foi destaque na imprensa leiga mundial, sendo matéria do New York Times no dia 27/01.

O BYDUREON® é considerado "primo" do recém-lançado VICTOZA® e do remédio há mais tempo no mercado chamado BYETTA®. A substância contida nele é o exenatide de liberação lenta. Exenatide é uma substância semelhante àquela liberada pelo nosso intestino quando ingerimos o alimento. Esta substância é chamada GLP-1.
 
Esta classe de remédios que têm ação semelhante ao GLP-1 humano promove redução da glicemia pelo fato de esta substância estimular a secreção de insulina pelo pâncreas e redução do hormônio glucagon (também produzido pelo pâncreas). Para quem não sabe o glucagon eleva a glicose no sangue, ou seja,  é contrário à ação da insulina.
 
Além disso, o GLP-1 atua no centro da fome (localizado no cérebro), induzindo a uma redução do apetite. O GLP-1 também atua no estômago fazendo com ele fique mais lento para se esvaziar quando nos alimentamos. Com isso, o paciente em uso deste remédio frequentemente refere que quando come pequenas quantidades de alimentos já sente o estômago mais “cheio”, não tolerando portanto ingerir grandes quantidades de comida.

Por isso, esta classe tem como um dos efeitos paralelos atraentes promover redução de peso.Mas é bom deixar claro: NÃO SÃO REMÉDIOS PARA EMAGRECER, E SIM PARA TRATAR DIABETES TIPO 2. ELES SÓ SÃO  INDICADOS PARA PACIENTES COM DIABETES TIO 2 ENÃO SE RECOMENDA O SEU USO PARA OBESOS NÃO-DIABÉTICOS.

O principal fator diferencial do recém-aprovado BYDUREON é o fato de ser injetado por via subcutânea apenas semanalmente. O primeiro da classe lançado, o BYETTA, tem aplicação subcutânea 2 vezes ao dia; já o VICTOZA é injetado via subcutânea 1 vez por dia.
 
É bom deixar claro que apesar de ser injetável, NÃO É INSULINA!! O BYDUREON foi aprovado na Europa previamente e acaba de ser aprovado nos Estados Unidos. É possível que tenhamos mais esta opção disponível no mercado brasileiro em alguns meses. Porém, para isto, deveremos aguardar aprovação de nosso departamento regulamentador, a ANVISA.
 
Enquanto ele não chega ao Brasil, seguem abaixo algumas informações práticas:
 
    -   Posologia: 2 mg 1 vez por semana aplicada por via subcutânea; locais sugeridos são no abdome e prega do músculo tríceps.  
    -   Como aplicar? A caixa contém o exenatide de longa duração em pó, uma seringa com 0,65 ml de diluente e agulhas. Deve-se injetar o diluente no frasco, diluir o medicamento, aspirá-lo imediatamente e injetá-lo. 
    -   Onde armazenar? Em geladeira com temperatura de 2o a 8o C.  
    -   Potência na redução da A1C: estudos comparativos diretos com outros remédios há mais tempo no mercado mostram potência similar à metformina e pioglitazona e superior a sitagliptina. Em monoterapia para pacientes virgens de tratamento redução média da A1C foi de 1,5 pontos percentuais, mas sabe-se que o efeito na redução da glicemia depende do grau de descontrole, ou seja, quanto mais descontrolado a glicemia, maior a redução  da mesma após o uso do Bydureon®.  O FDA atualmente indica o Bydureon® não como terapêutica de primeira escolha, mas como alternativa quando se falha monoterapia com os medicamentos mais testados como metformina, sulfoniluréias, etc. 
    -   Populações especiais: este medicamento não foi testado gestantes, em pacientes com insuficiência renal moderada e grave, pacientes com insuficiência hepática e em menores de 18 anos e por isto não é indicado para estes indivíduos.  
    -   Efeitos colaterais mais comuns: em  monoterapia os efeitos mais comuns são náuseas e vômitos (10-15%), diarréia (10%), nódulo no local de aplicação (7%). Vale à pena ressaltar que em combinação com metformina a incidência de náuseas e diarréia atingiu cerca de 20% dos usuários. Os efeitos adversos são mais comuns no início do tratamento e tendem a se reduzir com o tempo de uso. Em monoterapia a incidência de hipoglicemia é semelhante ao placebo.
    -   Precauções: Há relatos de carcinoma medular de tireóide em raros expostos a este
medicamento. Não se sabe o efeito em humanos, mas por precaução não se recomenda seuuso em pacientes com história pessoal ou familiar de câncer medular de tireóide. Há relatos raros de pancreatite fatal e não-fatal em pacientes que usaram exenatide de curta duração. Por isso, não se recomenda o uso de Bydureon®  em pacientes que já tiveram história de pancreatite e deve-se ficar atento com sintomas de dor abdominal.  
    -   Preço: informação não-oficial publicada no New York Times indica que 4 doses semanais custarão cerca de 325 dólares, ou 81 dólares a dose

Dr. Carlos Eduardo Barra Couri
Endocrinologista;  Pesquisador da Equipe de Transplante de Células-tronco do Hospital das Clínicas da USP Ribeirão Preto; Coordenador do Departamento de Novas Terapias e Biotecnologia da Sociedade Brasileira de Diabetes.



Fonte: SBD