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sexta-feira, 3 de maio de 2013

Você já vacinou contra Gripe?




Vocês já realizaram a vacina contra gripe? Na nossa região de Campo Grande/MS (assim como em muitos outros municípios brasileiros), a meta estabelecida para a nossa capital ainda não foi atingida, segundo os dados da SESAU. A campanha nacional de vacinação iniciou no dia 15 de abril em todo o país, com término previsto para 26 de abril.

Foi prorrogada, portanto, até o dia 10 de maio, 15ª Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza. O dia 20 de abril foi o dia de mobilização nacional, com o slogan: “Quem se lembra da vacina se protege da gripe”.

Pessoas com diabetes tipo 1 e 2, além de obesos grau III (IMC maior ou igual a 40) podem ser imunizados gratuitamente em qualquer posto de vacinação.

Segundo orientação do Ministério da Saúde, os pacientes que já estão cadastrados em programas de controle das doenças crônicas do Sistema Único de Saúde (SUS) devem se dirigir a esses locais para que recebam a imunização. Caso não haja vacinas no local de atendimento, devem solicitar a prescrição médica, para que recebam a dose em um dos postos. Os pacientes que são atendidos na rede privada ou conveniada também necessitam de prescrição médica.

Informações e Recomendações
Vale lembrar que a vacina previne os vírus influenza A /Califórnia/7/2009 (H1N1)pdm09; A/Victoria/361/2011 (H3N2); B/Wisconsin/1/2010, mas não protege contra o resfriado comum. Pacientes com história de reação anafilática prévia ou alergia grave relacionada ao ovo de galinha e derivados, bem como à vacina ou a qualquer de seus componentes, não devem ser imunizados.
Em caso de febre moderada ou grave, o Ministério da Saúde recomenda que se adie a dose de vacina até a cura da doença em questão.

Outras Condições e Enfermidades

Além dos pacientes com diabetes e obesidade, indivíduos com 60 anos ou mais de idade; trabalhadores de saúde que exercem suas atividades em unidades que fazem atendimento para a influenza; os povos indígenas, as crianças na faixa etária de seis meses a menores de dois anos; as gestantes; as puérperas (até 45 dias após o parto); os grupos portadores de doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais; e a população privada de liberdade também terá direito à vacinação gratuita.

Portanto, quem ainda não vacinou e faz parte do grupo de risco, VACINE JÁ!!!
Fonte: Sbem

sexta-feira, 12 de outubro de 2012

Ministério da Saúde diminui idade mínima para cirurgia bariátrica de 18 para 16 anos.




O Ministério da Saúde (MS) resolveu diminuir a idade mínima para as pessoas que precisam de uma cirurgia bariátrica em casos que há risco de vida do paciente – de 18 passou para 16 anos. A medida fez parte das comemorações em torno do Dia Nacional de Prevenção da Obesidade (11 de outubro).

A iniciativa foi tomada com base em estudos que apontam o aumento crescente da obesidade entre os adolescentes, como a Pesquisa de Orçamento Familiar de 2009 (POF), que verificou que na faixa de 10 a 19 anos, 21,7% dos brasileiros apresentam excesso de peso – em 1970, este índice estava em 3,7%.

Segundo a Assessoria de Comunicação do Ministério, antes de realizar a cirurgia, o paciente entre 16 e 65 anos deve passar por avaliação clínica e cirúrgica e ser acompanhado por uma equipe multidisciplinar durante dois anos. Nesse período, o paciente é submetido a dieta e à prática de atividades físicas e, se os resultados não forem positivos em relação a esse e outros métodos convencionais, a cirurgia é recomendada.

De acordo com o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, a medida tem como finalidade ampliar o acesso e dar mais qualidade à cirurgia bariátrica, uma vez que será aprimorado o que já existe no Sistema Único de Saúde (SUS) nessa questão.

Ações Primárias

Além disso, o MS continuará fortalecendo as ações primárias e de prevenção da obesidade por meio do incentivo à mudança dos hábitos de vida da população, especialmente no que se refere à alimentação adequada e à prática de exercícios físicos regulares.

Atualmente, o SUS autoriza três técnicas de cirurgia bariátrica: Gastroplastia com derivação intestinal; Gastrectomia com ou sem desvio duodenal; e Gastroplastia Vertical em Banda. Esta última será substituída porque mostra significativo índice de recidiva de ganho de peso por parte do paciente.

No lugar dela está prevista a inclusão da Gastrectomia Vertical em Manga (Sleeve), um dos novos procedimentos bariátricos que tem recebido aceitação global, com bons resultados em múltiplos centros em vários países.

Plástica

Também há novidade na cirurgia plástica reparadora pós-operatória. Além da oferta da dermolipctomia abdominal – cirurgia plástica reconstrutiva do abdome para correção dos excessos de pele -, o SUS quer realizar a cirurgia dermolipectomia abdominal circunferencial pós-gastroplastia. Trata-se de cirurgia plástica reconstrutiva do abdome e da região posterior do tronco, realizadas em um único ato cirúrgico para correção dos excessos de pele. 

Fonte: Abeso

sexta-feira, 4 de maio de 2012

Cirurgia Bariátrica: Mitos e Verdades



Com o aumento no números de pacientes obesos no Brasil, a procura pela Cirurgia Bariátrica (popularmente conhecida como "cirurgia da obesidade" ou "cirurgia da redução do estômago") tem sido cada vez mais frequentes nos consultórios médicos.

Geralmente o paciente chega com muitas dúvidas a respeito do procedimento, complicações, mitos, enfim. Para ajudar um pouco esses pacientes, encontrei  essa matéria no site da Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica que acredito que possa esclarecer algumas das perguntas que pairam à cabeça desses pacientes.

Lembrando que acima de tudo, o paciente que tem o interesse em realizar a cirurgia deve procurar um profissional capacitado em realizar esse tipo de procedimento, verificar se REALMENTE HÁ INDICAÇÃO PARA O SEU CASO, esclarecer todas as dúvidas antes da cirurgia e estar sendo acompanhado por uma equipe multi-disciplinar (nutricionista, psicólogo, endocrinologista e outros profissionais - quando necessário).

Att.
Renata Antonialli

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Cirurgia Bariátrica: Mitos e Verdades


Em um ano de pós-operatório, o paciente normalmente engorda.

Mito.
Na maioria dos casos, o ganho de peso ocorre quando o paciente não assume hábitos saudáveis, como a adoção de dieta menos calórica e mais nutritiva e a prática de exercícios físicos regulares.

Perde-se mais peso nos primeiros seis meses.

Verdade.
A perda mais significativa de peso ocorre nos primeiros seis meses. Daí a importância de o paciente seguir com disciplina as recomendações médicas nessa primeira etapa do pós-operatório.

Quem faz a cirurgia bariátrica fica propenso a alcoolismo, uso de drogas ou comportamento compulsivo para compras.

Mito.
Não existe nenhuma evidência científica de que, no pós-operatório, o paciente comece a ter tendência ao alcoolismo ou ao uso de drogas. Quanto à compulsão por compras, pode-se evitar um comportamento desse tipo por meio de acompanhamento psicológico. A evolução histórica das cirurgias mostra que o paciente, ao perder peso, resgata a autoestima e por isso passa a ter prazer em adquirir roupas e outros produtos de uso pessoal.

A mulher pode engravidar no pós-operatório.

Verdade.

A paciente é liberada para engravidar sem riscos após 15 meses de pós-operatório. Durante esse período, recomenda-se a anticoncepção. No entanto, os anticoncepcionais orais (pílulas) devem ser evitados.

Sempre é possível fazer a cirurgia videolaparoscópica.

Verdade.

Somente em situações especiais não é possível realizar esse tipo de cirurgia. É o caso, por exemplo, de pessoas submetidas a cirurgias abdominais prévias.

A depressão é uma consequência comum para quem faz a cirurgia.

Mito.
Não existe uma tendência. Se o paciente ficar deprimido, isso pode ocorrer devido a fatores desconhecidos, que devem ser investigados por psicólogo ou psiquiatra.

Há tendência à anemia no pós-operatório.

Verdade.

De fato isso ocorre. Entre os pacientes, as mulheres têm maior tendência à anemia, por causa da menstruação, perda de ferro e pouca presença de carne vermelha na dieta. Essa situação pode ser minimizada com a ingestão de alimentos ricos em ferro, ou, se necessário, com a utilização de suplementos vitamínicos.

Depois da operação, é comum a intolerância a leite. 

Mito.

Normalmente não há reações adversas ao consumo de leite e derivados. Esses alimentos são, inclusive, recomendados, sobretudo para as mulheres, como fontes de cálcio.

O apoio da família e à família é indispensável. 

Verdade.

Deve-se prestar toda a assistência e orientação à família do paciente, oferecendo o máximo de informações solicitadas e, quando necessário, também consulta psicológica. Os novos hábitos a serem adotados pelo paciente devem ser compartilhados e estimulados por todos que convivem com ele.

A cirurgia causa problemas renais. 

Mito.

Não foi observada tendência a problemas renais.

O paciente sente muitas dores no primeiro mês do pós-operatório. 

Mito.

Normalmente, as dores se manifestam somente no primeiro dia do pós-operatório. Isso acontece porque o abdômen precisa ser inflado com gás carbônico na cirurgia por videolaparoscopia, para possibilitar a melhor manipulação dos órgãos internos. 

O paciente que sofre de gastrite pode ser operado. 

Verdade.

Não há restrição cirúrgica para paciente com gastrite.

Depois da cirurgia bariátrica, o paciente deve fazer cirurgia plástica corretiva. 

Mito.
Nem sempre é necessário fazer cirurgia plástica após o procedimento bariátrico. Cada caso deve ser avaliado criteriosamente pela equipe multidisciplinar responsável pelo tratamento.

Durante a videolaparoscopia, há situações em que é preciso converter a cirurgia em procedimento aberto. 

Verdade.
Algumas situações exigem que o cirurgião converta a videolaparoscopia em procedimento aberto. Essa decisão é baseada em critérios de segurança e só pode ser tomada durante o ato operatório.
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E aí, gostaram das dicas??
Bom final de semana a todos.

Fonte: SBCBM

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Videolaparoscopia é incluída no rol de procedimentos da ANS para tratar obesidade severa.

Aí vai uma boa notícia para àqueles pacientes com Obesidade Mórbida com indicação de cirurgia bariátrica!
Att.
Renata Antonialli


Videolaparoscopia Aprovada pela ANS
Por Beth Santos
A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) anunciou a inclusão da cirurgia bariátrica e metabólica por videolaparoscopia, para tratamento da obesidade mórbida ou severa, no novo Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde. A resolução normativa da ANS determina a cobertura deste procedimento pelos planos e operadoras de saúde a partir de 01/01/2012.
Para o presidente da Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica (SBCBM), Ricardo Cohen, “a incorporação no novo rol da ANS significa o reconhecimento inequívoco dos benefícios promovidos pela abordagem menos invasiva da cirurgia bariátrica para tratamento da obesidade mórbida”.
O Dr. Denis Pajecki, membro do Departamento de Cirurgia Bariátrica da ABESO, acha que “a cobertura obrigatória da cirurgia bariátrica realizada por videolaparoscopia pelos convênios e seguros médicos, determinada pela ANS, foi uma vitoria para os pacientes, que terão a possibilidade de um tratamento menos invasivo e que permite uma recuperação mais rápida, com menor cicatriz e menos problemas com a ferida cirúrgica”.
O Presidente da SBCBM comentou que, visando instaurar uma nova realidade no tratamento da obesidade, “a Sociedade vem incentivando e adotando iniciativas para ampliar e aperfeiçoar o quadro de profissionais habilitados para a realização do procedimento por videolaparoscopia”, como cursos de capacitação nas regionais”.

Segundo o Dr. Ricardo Cohen, “o próximo passo é juntar esses mesmos esforços pela conscientização de milhões de pacientes obesos que dependem da cirurgia para sobreviver e agora precisam saber que seu direito ao melhor tratamento está assegurado”. Até agora, muitos pacientes tinham que recorrer à Justiça.
Fonte: Abeso