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sábado, 25 de agosto de 2012

Antibióticos Podem Causar Obesidade em Bebês




Antibióticos podem destruir micróbios do intestino, responsáveis pela absorção de calorias, diz estudo

É sabido que antibióticos matam microrganismos. No entanto, eles também podem destruir micróbios do intestino que desempenham importante papel na forma como se absorvem as calorias ingeridas. Assim, segundo estudo publicado pelo International Journal of Obesity, se administrados a bebês com menos de seis meses, esses medicamentos poderão acarretar um fator para a obesidade dessas crianças numa fase posterior.

Segundo Leonardo Trasande, da Faculdade de Medicina da Universidade de Nova Iorque e um dos autores do estudo, geralmente se associa a obesidade a um problema que se deve em grande parte a uma dieta alimentar pouco saudável e à falta de exercícios. Porém, cada vez mais estudos sugerem que essa doença é mais complicada.

No estudo, foi analisada a utilização de antibióticos por 11.532 crianças nascidas em Avon, no Reino Unido, entre 1991 e 1992. Verificou-se que os bebês que estiveram expostos a antibióticos nos primeiros cinco meses de vida pesavam mais para o seu tamanho do que as outras crianças, numa diferença que se acentuou aos três anos e dois meses.

A conclusão foi a de que as crianças tratadas com antibióticos no início da sua vida tinham mais 22% de possibilidade de terem excesso de peso.

Fonte: Abeso

domingo, 3 de julho de 2011

Esquente-se nesse inverno, sem colocar a dieta em risco

Esquente-se neste inverno sem colocar a dieta em risco

Nessa manhã fria de domingo em Campo Grande, nada como uma bebida bem quentinha para a gente se esquentar.
Porém, não dá para negar que a maioria delas engorda e acaba colocando em risco a dieta no inverno. Então, o que pode ser feito? De acordo com a nutricionista Lílian Assis, existem diversas opções que podem significar uma solução para este problema.

“A melhor opção são os chás. Com quase zero caloria basta encontrar os sabores que agradam seu paladar. Não exagere na quantidade, pois algumas ervas ingeridas em excesso podem gerar sintomas indesejados, como elevação da pressão, irritação estomacal, intestino solto, etc”, afirma ela.

Quanto ao café, ela alerta: “Esta também é uma boa opção. Quente e energizante é quase unanimidade no Brasil. Porém, devemos respeitar a quantidade máxima para não haver ingestão excessiva de cafeína, que é de 150ml ao dia”.

O segredo pode estar na maneira como você adoça a bebida. “Prefira os adoçantes ou tome puro para sentir o real sabor da bebida. Os açúcares mascavo, light, orgânico e demerara são opções mais saudáveis para quem não quer o adoçante, contudo, as calorias devem ser consideradas”, diz a especialista.

Dica infalível: Evite café com leite, capuccinos e chocolates quentes, principalmente na rua. Em casos inevitáveis, fique com as opções mais magras: leite desnatado ou de soja e sem açúcar. Mas, lembre-se: Nada de abusos!

Confira a quantidade de calorias presentes nas bebidas mais consumidas durante esta época do ano.
Bebidas não adoçadas:

Chá (150ml) – 2 kcal

Café (50ml) – 2 kcal

Café expresso (50ml) – 9 kcal

Café com leite integral (100ml) – 45kcal

Café com leite desnatado (100ml) – 28kcal

Capuccino normal (100ml) – 65kcal

Capuccino light (100ml) 48kcal

Chocolate quente (100ml) – 98kcal

Chocolate quente light (100ml) – 74kcal


Fonte: Uol.com.br

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Você sabe a diferença entre alimentos diet, light e zero?

Produtos light, diet e zero costumam causar confusão na hora da compra. E as opções aumentam a cada dia. Afinal, qual deles não contém açúcar, gordura e ajuda a emagrecer? O que é mais indicado para cada caso? Muitas pessoas não sabem, mas alguns alimentos light ou diet podem ser tão ou mais calóricos que os normais.

 


É fundamental prestar atenção nos rótulos e nas porções consumidas. E um mesmo produto pode ser light, diet e zero, já que uma categoria não exclui a outra. Por isso, deve-se verificar qual é o ingrediente que está tornando determinado alimento reduzido ou ausente de algo.

Os itens LIGHT apresentam uma diminuição de 25% em algum componente se comparado com o original. Podem ser calorias, açúcares, gorduras, sódio ou outros nutrientes. Na pipoca light, por exemplo, a diferença de calorias, gorduras e carboidratos é pequena. A margarina tem menos da metade das gorduras e calorias que a normal. Já o sorvete light é feito com menos carboidratos e quase metade das calorias, porém concentra mais que o dobro de sódio.

Alimentos ZERO são os que contêm uma quantidade não significativa de algum item em relação ao tradicional. O refrigerante light ou zero tem zero caloria, mas a quantidade de sódio é maior.

O DIET, por sua vez, é recomendado para dietas especiais, como a de pacientes diabéticos. Costuma ter menos carboidrato, açúcar, gordura ou sódio. Entre o chocolate light e diet, por exemplo, a diferença é pequena: o diet contém mais gordura e carboidrato que o normal, e pode ser mais calórico. Já o zero não tem açúcar nem lactose, além de menos calorias e carboidratos.

Lembrar que 1 grama de gordura concentra 9 calorias, contra 4 calorias em 1 grama de carboidrato. Dessa forma, recomenda-se conferir sempre o valor energético dos produtos e não exagerar, pois aí os benefícios se perdem e pode haver o efeito contrário.

Fonte: G1.com.br